Procura algo? Digite aqui!!

Mostrando postagens com marcador Dicas em geral.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas em geral.. Mostrar todas as postagens

Dicas de amamentação

Sem dramas nem exagero aí vai minha impressão sobre a amamentação: é a forma de amor mais lindo e verdadeiro de uma mãe, algo que as palavras são incapazes de explicar, mas pra chegar nessa etapa a maioria das mulheres incluindo eu, passa por uma verdadeira provação, ou seja, a maior dor física que já suportei por 15 dias ininterruptos.
Ok, vou deixar aqui o meu relato do que me fez sobreviver à provação até chegar ao paraíso.
Não tive mastite (inflamação das glândulas da mama em decorrência do acumulo de leite), mas nem por isso minha situação melhorou, mas com certeza teria piorado se eu tivesse tido.
Li muito sobre gestação, amamentação, criação de filhos, assisti vídeos, ou seja, muita coisa sobre o mundo da maternidade e particularmente o que muito se diz sobre amamentação é de que se a "pega" do bebê for correta o mamilo não irá ferir e a amamentação será sempre um prazer. Pois então, se você for uma marinheira de primeira viagem e conseguir essa proeza nos primeiros dias, parabéns!!! Mas, se for uma pobre mortal como eu, pode se preparar pq até apreender o jeito correto o seio já estará em frangalhos…..
Sobre a pega correta: tentei de tudo, assisti vídeos, vi fotos na internet, uma enfermeira foi na minha casa me ensinar os primeiros passos….. mas só adiantou quando eu descobri o meu jeito com a Laura, até lá seguem as dicas do que fiz para melhorar meu mamilo ferido:

1. Sol, sol, sol…. não adianta luz de 40watts (no meu caso não adiantou). Comecei a seguir essa dica somente no 9º dia, infelizmente, talvez a experiência tivesse sido melhor se eu ao invés da luz tivesse colocado meus seios no sol desde o primeiro dia após o nascimento.

2. Concha de seio (usei da marca Chico). Se o mamilo estiver ferido você não irá aguentar colocar nada em cima dele, ou seja, nem sutiã, nem os absorvente de seios (até pq eles irão grudar na ferida e na hora de retirar….. já deu pra imaginar a dor não é?). As conchas são a salvação pq deixa o mamilo livre, é possível colocar a pomada e não precisa se preocupar com grudar na roupa, se houver excesso de leite a concha serve também para retér-lo. Agora, cuidado com o banho de leite, pq a concha tem um sistema de ventilação e, se por acaso ela encher de leite ou você esquecer e se deitar, se prepare para uma troca de roupa (aconteceu comigo várias vezes…. faz parte).

3. Pomada Lansinoh (já existe a similar brasileira do laboratório Aché - não usei por isso não posso indicar). Pomada a base de lanolina pura que não precisa ser retirada para que o bebê possa mamar. Dá um bom alívio. Indico passar após as mamadas e colocar a concha, assim não existe a possibilidade de nada grudar no mamilo. Ah, um frasco é mais que suficiente.

4. Protetor de mamilo. Usei da marca Avent, mas tinha também a minha disposição os da marca Chico e Mam, que não testei pq achei o da Avent muito bom.
Com o protetor de mamilo o bebê não mama direitamente no seio o que garante um alívio no mamilo machucado, mas cuidado, dizem que a criança pode viciar e não aceitar mais o seio, então eu usava apenas quando a dor estava grande.

Cheguei a comprar outras coisas para o seio, mas não usei, então não vou nem mencionar aqui.

Ah, tudo começou a melhorar após 15 dias, mas com certeza se eu já soubesse o que iria funcionar comigo talvez não tivesse chegado ao ponto de ter o mamilo ferido. Espero que essas dicas possam ajudar alguma viajante de primeira viagem!!

Fica a dica!!

Enxoval de bebê em Paris, vale a pena?

Depois de séculos sumida aqui no blog, vou postar algo sobre o qual pesquisei bastante aqui na net antes de viajar para Paris nesse começo de fevereiro (2015). Enxoval de bebê em Paris, com euro na cotação de R$ 3,40 e 3,06 (comprei nas duas cotações).
Primeiro, vou logo explicando que eu sei que nos Estados Unidos as coisas são bem mais baratas que na Europa e que o enxoval compensa muito mais lá do que no antigo continente, mas quando eu fiquei sabendo que estava grávida, já estava com passagem e hotel pagos. A viagem de comemoração dos 60 anos da minha mãe já estava planejada há anos. Então, pra mim, não compensava ir a Europa  e depois fazer outra viagem internacional para comprar o enxoval (principalmente pq a passagem e a hospedagem foi presente da aniversariante!!!! mil emotions de sorriso).
Segundo, antes de sair comprando em euro eu pesquisei boa parte das coisas "mais caras" em sites americanos e brasileiros para saber se realmente compensava a compra. Cheguei a seguinte conclusão: por mais que o euro seja uma moeda cara para nós brasileiros, ainda assim compensava comprar fora muita coisa que eu queria. Geralmente o preço em dólar e euro se equivalem numericamente, a diferença é que o dólar é mais barato em relação ao euro.
Terceiro, quase não comprei roupas. Não era meu foco, não estava disposta a andar no frio parisiense atrás de roupas de bebê, em uma cidade que estava com temperaturas abaixo de zero, com muitas liquidações. Laurinha irá nascer no nordeste do Brasil, que desconhece qualquer tipo de inverno praticamente. 
Ah, ia esquecendo, na Europa tem tax free, recebemos de todos os produtos, o que faz com que a diferença em relação ao dólar seja ainda menor!!!

Vamos ao que interessa, as lojas que visitei:

1. Sauvel Natal - onde encontrei mais itens. Fica fora do circuito turístico, mas tem estação de metro relativamente perto. Encontrei uma vendedora Portuguesa, mas ela só presta auxilio na compra de carrinhos, cadeiras de carros, moveis, ou seja, itens grandes. A sessão de muidezas é do tipo self-service
A loja é um pouco bagunçada e o carrinho que eu queria estava em falta, mas ela falou que se eu deixasse pago  me conseguiria o carrinho para o dia seguinte, o que de fato ocorreu.
É a loja com o melhor preço, tem site na internet onde é possível pesquisar os preços. Comprei algumas coisas com desconto, como por exemplo o carrinho (janeiro e fevereiro são meses ótimos para compras).
- Carrinho: Quinny Zapp Xtra 2, paguei $ 223,00. Pelo que pesquisei esse modelo não chegou ao Brasil. O modelo brasileiro é a versão 1 que para ser desmontado precisa retirar o assento (nada prático). A versão 1 estava sendo vendida lá por $ 160,00, achei em sites brasileiros por R$ 1.999,00 (excelente compra a minha).










- Bomba de tirar leite unilateral elétrica Avent, paguei $ 118,00. Eu queria mesmo o modelo da marca Medela, mas custava 189,00, e a diferença precisa ser multiplicada por mais de 3, então comprei da Avent que dizem também ser muito boa (não testei ainda). Preço médio no Brasil R$ 600,00.


- Máquina de fazer papinha, paguei $ 80,00. Essa engenhoca me fascinou desde a primeira vez que vi na internet. Eu estava pesquisando alguma coisa e me deparei com ela. Nenhuma das minhas amigas mães tinha ouvido falar na tal máquina. Eu metida a gourmet que sou coloquei logo como prioridade (cada um com suas loucuras), comprei, já testei é obvio (minha filha só nasce daqui 2 meses e só vai comer comida depois de uns 6 ou 7 meses de nascida) e amei. A maquina cozinha, esquenta, descongela e bate a comida, tanto doce como salgada!!!
Nunca vi pra vender aqui no Brasil, várias marcas já fabricam a tal maquina, mas escolhi a da marca Beaba.
- Comprei também mamadeiras Avent e Nuk, chupetas Avent, esquentador de mamadeira para carro, e outras muidezas mais (nesses itens a diferença não é tão grande em relação ao preço em real, mas não esqueça do tax free).

2. Bebé 9 - perto do Arco do Triunfo, há duas quadras do meu hotel. Loja pequena, não tem muita variedade de carrinhos (não vende Quinny por exemplo), mas lá cheguei a comprar a bolsa de uma marca do sul da França (Red Castle) por $ 90 (cara, mas achei a qualidade bem melhor do que caras que vi em Fortaleza), termômetro de testa e ouvido, mobile com som e luzes, e outras besterinhas.

3. Auber - no circuito turístico, perto da Ópera Garnier e da Galeria Lafaiette. Achei a loja linda, grande, organizada, mas cuidado com os preços. Havia pesquisado no site o preço do carrinho que estava em torno de 10 euros mais caro que na Sauvel Natal. Quando cheguei na loja fui informada que o preço da promoção só era válido para quem adquirisse um cupom de desconto que custava $ 50,00. Ou seja, não compensava a compra. Ainda assim comprei a preços ótimos o berço portátil $ 38,00, a rede de sustentação do berço $ 18,00, e alguns brinquedos para pendurar no carrinho e no bebe conforto.


Pra terminar, vamos combinar que uma viajem à Europa é bem mais interessante que uma viagem para os Estados Unidos….. fiquei super satisfeita de ter conseguido incluir o enxoval da Laura na viagem que não tinha esse objetivo.

Outlet perto de Paris - La Vallée Village

Vale a pena ir ao outlet que fica pertinho de Paris?
Vamos por partes:

1. Se você vai a um outlet na Europa e tem em mente os shopping outlets dos Estados Unidos a decepção será certa e grande, explico: os outlets da Europa são bem menores e os preços não são atrativos iguais aos americanos, até porque o preço pode até ser numericamente igual, mas lembre-se que o dolar é mais barato do que o euro em relação ao real.

2. Por outro lado os outlets europeus (já fui em um na Itália e nesse de Paris) possuem grandes marcas, são bem mais selecionados do que os outlets americanos. Para ver as marcas do outlet de Paris clique aqui (site com a opção português!!!).

3. O La Vallée fica bem perto de Paris, mas para chegar lá é preciso ir de carro, comprar o passe do ônibus do próprio shopping ou pegar o RER (metro que liga Paris as metropolitanas). Fui nessa última opção e paguei em torno de 26 euros pela passagem do metro de ida e volta.

4. Antes de chegar no outlet você passa por dentro de um shopping imenso que possui todas as grandes marcas como: Apple, MAC, Sephora, Acessorize, Kiko (marca de maquiagem que merece um post a parte), Zara, H&M….. (acho que gostei mais do shopping do que do outlet).

5. Chegando no outlet: lugar lindo, extremamente agradável se não tiver fazendo frio de mais e nem calor de mais (é aberto, tipo os premium americanos) e pequeno (rapidinho se anda nele todo).

6. Achei que o outlet foi uma boa pedida nas compras de grandes marcas, por exemplo, o famoso trench coat da Burberry da coleção Brit custou 550 euros. Relógios da Tissot custando a partir de 250 euros. Camisas Lacoste Masculina de botão e manga cumprida em torno de 50 euros, mas não é um outlet para compras em quantidade, mas sim compras de qualidade.

No meu caso achei que valeu ter ido por causa do casaco, que eu estava atrás fazia tempo, mas fiquei com muita vontade do sapato Valentino e das bolsas Céline (na próxima….), para os homens também tem coisas legais e a preços um pouco mais atrativos do que no Brasil.

Como chegar no outlet pelo metro: pegue o RER linha A em direção a Marne La Vallée (penúltima estação, a última será a estação Eurodisney o que irá facilitar dentro do metro pq existem muitas placas indicando a atração).

Site oficial do outlet aqui.

Não esqueça de pedir o Tax Free e fazer o reembolso no imposto, assim suas compras ficarão mais atrativas.

Fica a dica!!!





Onde encontrar a cerveja Westvleteren em Bruges.

Primeiro preciso dizer que não sou apreciadora da tal bebida, mas indo a Bruges na Bélgica com o marido, fomos a caça de conhecer a tal cerveja que já ganhou repetidas vezes o titulo de melhor cerveja do mundo.
Pesquisamos em vários blogs sobre a cerveja e basicamente descobrimos que: para beber a Westvleteren precisaríamos ir até a cidade de Westvleteren, em torno de 65Km de Bruges; que a tal cerveja só é vendida ao máximo de 12 long neck por pessoa; e que seria impossível comprar a cerveja fora do bar que fica em frente ao mosteiro produtor da cerveja. Ou seja, a cerveja é exclusiva e pelo que li só foi importava uma única vez para os Estados Unidos.
Os monges que fabricam a Westvleteren não visam o lucro e a renda da produção é toda voltada para o funcionamento do mosteiro logo, a quantidade de cerveja produzida é pouca, tornando-a quase restrita.
Então, chegando em Bruges para passar dois dias, perguntamos logo na estação de trem como fazer para chegar lá, a moça da informação turística avisou que seria necessário alugar um carro.
Alugar um carro fez a gente desanimar, principalmente por ter que perder uma manhã inteira indo até Westvleteren, deixando a maravilhosa Bruges de lado. Mas apesar disso não desistimos de comprar a tal cerveja.
Não achamos em nenhum bar ou restaurante, nem em Bruges, nem em Bruxelas.
Mas meu marido entrou em uma loja de cervejas e lá estava ela, a tal cerveja que nem rótulo tem. A loja não só tinha a cerveja como tinha todas as três gradações alcoólicas (6, 8 e 12%).
Custo de cada long neck: 11,90 euros, um pouco alto se comparada com as demais cervejas belgas que custam em torno de 2,50.
Mas no ebay tem pra vender por 250,00 reais!!!! kkkkk Isso tudo em uma mísera lonk neck.
Bem, eu comprei apenas uma para presentear meu lindo brother, meu marido comprou umas 4 e compramos mais algumas também trapistas.
Onde fica a loja: pertinho da praça central na rua Philipstockstraat (clica aqui pra ver no google maps) e  se chama "de Bier Tempel" (de costas para o campanário, no centro da praça, dobra-se na primeira rua a direita - quarta loja da rua).
Se vc vai no famoso bate e volta a Bruges vale muito a pena comprar a cerveja para experimentar.
Se vc vai ficar hospedado em Bruges, mas não quer alugar um carro para ir até o mosteiro, também é uma excelente dica.
Fica a dica!!!
Segue foto da loja:

A foto está escura, mas tá valendo. Um amigo meu nessa loja tinha pirado, não é Jansen??




A bonitinha exclusiva!!!

Como se vestir no frio - parte 3 (casaco)

Pra terminar os posts de como se vestir do frio vamos a parte mais importante - o casaco.

Eu não gosto de passar frio (também, a pessoa nasce no nordeste do Brasil, só vem apreender o que significa essa palavra depois que resolve viajar), então depois de muito errar eu achei o tipo de casado ideal, pode até não ser o mais belo de todos, mas com certeza é o mais eficaz (prefiro ficar quentinha a ficar bela).

O meu queridinho e inseparável casaco para frio (5° até -17°) é da marca Zara, com material impermeável (nylon) e revestido de penas de ganso. Não me lembro quanto custou, mas foi comprado no Porto/Portugal pela minha cunhada (Thanks Aline). Agora em Nova York (dezembro de 2012) achei um super parecido também na Zara por cerca de 160 dólares.

O investimento compensa, apesar do casaco te deixar parecida com um boneco da Michelin, você não vai passar frio, estará sempre aquecida e poderá economizar na moda cebola debaixo do casaco.

A loja H&M também possui casacos nessas especificações, inclusive mais barato (achei por 70 dólares), mas o material externo não é de muito boa qualidade, parece plástico, já os da Zara parecem um veludo. Ah, eles são também menos "gordos", ou seja, possuem menos enchimento, então devem proteger menos.

Ao procurar um casaco deste tipo não esqueça de olhar a quantidade de pena de ganso na etiqueta (quanto mais melhor) e nem de verificar se tem a gola alta (assim você pode fechar quando o frio apertar). Capuz é uma boa pedida (chuva!!!), mas prefira aqueles que o capuz é removível (se não estiver chovendo só atrapalha) . Ah, bolsos grandes, primeiro para esquentar as mãos, depois poque ajuda a colocar o mapa e a maquina fotográfica portátil!!!

Algumas fotos do meu super casaco andando pelo mundo:

Frio e vento no Brooklin.

Só um vestidinho...
.... é possível, desde que acompanhado com o boneco da Michelin, claro
que a parte de baixo tem duas meias e uma bota.


Agora em uma estação de esqui na Suíça.


Meu casaco boneco da Michelin (Zara) e um outro de lã (H&M). O segundo pode até ser mais bonito, mas eu passo frio com ele. É uma  boa opção se for para um clima frio com temperaturas positivas (mais de 5°), sem neve e sem vento.

Deu pra perceber que casaco de verdade eu só tenho um e que ele não é preto (não gosto muito de me vestir de preto). Se um dia eu voltar a viajar no frio (com certeza farei isso, apesar de sempre prometer não voltar mais em nenhum lugar que faça menos de 10°) vou adquiri o mesmo casaco na cor preta, mas acho inviável levar dois (o negócio ocupa metade da mala, ou seja, ele sempre vai na bagagem e sempre volta na mão!!!).

Ah, antes que eu esqueça, quanto maior o casaco e quanto maior o cano da bota, melhor!!!

Já passei muito frio com casaco de lã e outros materiais, não compensa :(. No meu caso o humor logo desaparece e a viagem vira uma droga. Prefiro usar o Boneco Michelin e tirar todas as fotos com o mesmo casaco. 

A grande desvantagem é o peso, na última viagem fiquei com dores nas costas de tanto peso, a salvação foi comprar uma caixa de "salonpas". Outra desvantagem que só aparece no final da viagem é como colocar o casaco dentro da mala para voltar, mas aí como eu falei acima, ele sempre volta na mão!!!.

Fica a dica!!

Como se vestir no frio - parte 2


Continuando o post "como se vestir no frio"  vou falar do que vestir na parte de cima e dos acessórios do frio.
1. O que pôr na parte de cima
Qualquer blusa que de preferência tenha manga cumprida, podendo ou não ter gola alta. 
Não gosto de vestir muitas camadas de roupa na parte de cima, na realidade prefiro uma única blusa e um bom casaco (o último post será sobre esse item indispensável).
Blusas feitas de lã e malha são as melhores opções. Uma preta e uma branca são quase que indispensáveis. Mudando o cachecol o look tá novo. 
Existe uma blusa chamada segunda pele que é feita de um material que parece meia calça e que a galera compra pra usar no frio. Sinceramente, tenho pavor delas, finas e com material que espeta não servem para nada na minha opinião. 
Na Lupo eu encontrei o que eu chamo de segunda pele, uma blusa feita de malha, muito confortável. Tenho uma cinza escura, procurei a branca para comprar, mas estava em falta (custa por volta de R$ 70,00).
Colocando a moda cebola na parte de baixo, a bota e uma única blusa de manga comprida em cima você pode complementar com um short, um vestido, uma saia.....
Vai umas fotinhos do meu instagram....
Nas duas fotos de baixo estou usando minha segunda pele Lupo. Com a saia de paetê coloquei apenas um cachecol, já com a calça jeans coloquei uma regata com brilho. Na foto com a camisa de tecido fino branca ela aparece por baixo. Na primeira foto a camisa é um pulôver de lã azul marinho.  

2. Acessórios. 
Luva, pode ser de couro ou de lá, mas o que esquenta mesmo é a mão (com luva) dentro do bolso do casaco. 
Gorro e faixa para o cabelo. No meu caso esses acessórios servem para esquentar a orelha, porque sinto fortes dores de ouvido e de cabeça quando minha orelha fica desprotegida. Aí você pode ter várias faixas e gorros....
Cachecol. Indispensável para esquentar e para modificar totalmente o mesmo look. Viajar no frio tem a desvantagem da mala já sair de casa cheia. Uma boa opção é diminuir na quantidade de blusas e de calças (uma clara e uma escura resolve 15 dias de viagem fácil) e investir nos cachecóis. Cuidado, cachecol deve ser bonito, pode ser colorido (adoro), mas tem que esquentar. Prefira os grandes, fica super chic quando bem enrolados no pescoço. Branco, preto e vermelho são básicos. Xadrez e listras são ótimas opções. Cachecol com brilho faz par perfeito com a noite. 
Se você por pra neve, não esqueça dos óculos escuros, mesmo que esteja nublado ou nevando, a claridade do branco da neve é insuportável.
As duas fotos de cima estou com a segunda pele Lupo, na terceira com uma blusa de lã que comprei na Renner (já faz tempo).  É só trocar a regata ou a blusa de cima para alterar o visual.



Fica a dica!!!

Como se vestir no frio - parte 1.

Atendendo a um pedido de uma amiga e leitora (gente, confesso que quando criei o blog achei que apenas meia dúzia de pessoas iriam ler, incluindo aí eu, minha mãe e minha irmã!!!), vou falar de como se vestir no frio (frio de verdade, tipo de 5° até -17°, que foi o que eu já consegui pegar).
Começo desde já informando que faz muita, muita diferença temperaturas baixas com e sem vento. Se tiver ventando a sensação térmica pode piorar a beira do insuportável, ou seja, temperaturas negativas sem vento podem ser bem melhor que temperaturas positivas com vento!!!
Vou começar a falar das vestimentas de baixo pra cima (será que tem alguma coisa haver com a blogueira aqui ser alucinada por sapatos???).

1. O que pôr nos pés:
Bota, essa é sempre minha opção, tantos as flats, como as de salto baixo e de salto alto (sempre tem uma noitada que necessita de um salto).
Vamos a algumas explicações. As botas flats (que são aquelas de zero salto) são hiper confortáveis e uma excelente pedida para caminhar o dia inteiro nas viagens. Agora atenção, se você for para algum local com neve ou chuva ela deixa de ser uma boa opção, porque seu pé vai ficar perto demais do chão e com isso mais frio você vai sentir. Mas se a sua flat tiver uma boa camada de borracha na sola, essa observação é dispensável ( a minha não tem, então aprendi isso na prática).
As botas de salto baixo também é uma excelente opção para as caminhas diárias, são até mais bonitas do que as flats (isso na minha opinião). Dica: tenha uma flat de uma cor e uma de salto baixo de outra cor!!!
Já uma bota com salto alto, de preferência preta e que tenha plataforma (para garantir mais conforto) não pode faltar. Esse item garante um 'upgrade' na produção durante as saídas noturnas.


Flat (Jorge Bischoff), salto baixo (schutz) e salto alto (Jorge Bischoff). Reparem na camada de borracha do solado da flat com a de salto baixo, isso faz diferença no frio.


Nada recomendando, eu e minha amiga Neila com botas de couro em plena estação de esqui (acho que foi por isso que o povo olhava pra gente com uma cara de espanto - "Lá vai as doidas"). Se o couro molhar pode se preparar para congelar, porquê o frio vai pegar o seu pezinho.... (Bota preta Jorge Bischoff e bota caramelo Pisa Leva, a venda em Brasília).
Ah, claro que no frio o tênis é uma boa opção, mas esse item eu não detenho no meu sapateiro, apenas para fazer ginástica (acho que a produção fica derrubada com um tênis tipo academia, mas claro que isso depende da personalidade e da maneira de se vestir de cada uma, um all star tem o seu valor, eu reconheço, não combina comigo, mas pode criar um 'visú' super legal).
Qualquer outro tipo de sapato que não seja 100% fechado não é recomendado para o frio (frio de verdade!!).

2. O que pôr debaixo da calça, vestido, short, saia....
Agora começa a moda cebola. Antes de mais nada capriche no hidratante, porque a pele fica super ressecada no frio e sofre bastante que as inúmeras camadas de roupa.
Pra começar eu sempre coloco uma legging (as da marca Lupo são maravilhosas). Acho que é bem mais confortável do que qualquer meia calça existente no mercado.  
Em cima da legging vai uma meia calça de 150 fios com acrílico (as minhas também são da marca Lupo).
Depois outra meia 3/4 também de acrílico (na Lupo você encontra). E para terminar uma meia soquete (daquelas que se usa com tênis).
É claro que você pode diminuir as camadas de acordo com o frio e com a sensação térmica do local onde você vai estar.
Uma dica: ao comprar botas eu sempre compro um número maior, assim garanto que posso adicionar duas ou três meias sem apertar demais os pés.
Bem, em cima de tudo isso pode ser colocado um vestido, uma calça, um short... Se o frio for grande, aposte no jeans.


Meia 3/4 de acrílico - procure sempre
pela maior quantidade de fios.
Meia calça acrílica com 180 fios, a minha só tem 150.
















Para o post não ficar gigante e chato de ler vou fazer por partes.
Então, fica a dica!!!

PS: eu não fiz propaganda da Lupo, apenas a grande maioria de coisas que tenho de frio são compradas lá. Uma outra opção é a Scala.

Como fazer para folgar sapatos....

Saco com um pouco de água (foto 1)

Apaixonada que sou por sapatos, às vezes compro o objeto de desejo e só vou sentir que ele está apertado demais no bico quando chego em casa (porque será que na loja é tudo tão perfeito???).
Poderia trocar, mas como eu falei acima, objeto de desejo se deseja, não se troca.
Então pesquisando na internet descobri uma forma de folgar a parte dianteira do sapato. Confesso que fiquei muito na dúvida de fazer ou não fazer, mas como o negócio estava crítico, resolvi testar.




Primeiro você vai precisar de dois sacos plástico, conforme a primeira foto, para colocar um pouco de água.

Não precisa dizer que o saco não pode de forma alguma estar furado.

Coloque água de forma que quando você coloque dentro do sapato o bico fique preenchido (não precisa ser muita água, se colocar demais retire e diminua um pouco a quantidade).
Sapatos preenchidos com o saco já com água (foto 2 e 3)

Testei nesses dois sapatos das foto ao lado, os dois estava no tamanho adequado, mais a frente estava bastante apertada.

Bico preenchido, coloque o par dentro de um novo saco, conforme a foto 4.

Atenção: ao colocar o saco com água dentro do sapato certifique-se que o bico ficou preenchido.




Par dentro de um caso de supermercado (foto 4)

Feche o saco e coloque-o dentro do congelador, isso mesmo, congelador por uma noite completa. 

A água vai congelar e o gelo vai expandir o sapato. No dia seguinte retire o sapato e deixe "descongelar" por pelo menos 20 minutos antes de retirar os sacos de dentro.

Passados os minutos, retire o saco de gelo com cuidado, seque o sapato e calce. Se achar que ainda ficou apertado, calce com uma meia grossa e ande pela casa por alguns minutos.

Os dois sapatos que eu testei melhorou muito, muito mesmo. Não danificou em nada meus queridinhos. Agora o teste foi feito com sapato de couro, apesar do Nude ser de verniz. Achei que o dourado ficou bem mais folgado, talvez o verniz tenha impedido o sapato de se expandir mais.

Fica a dica!!!


Resultado da água/gelo dentro do sapato (foto 6)





Resultado final (foto 7)




Uma reflexão para toda sociedade.

Apesar de fazer referência ao Poder Judiciário, essa reflexão vale para toda sociedade. Que tal parar de reclamar e fazer alguma coisa para melhorar o mundo?? Que tal não jogar lixo na rua?? Que tal dizer obrigada, por favor, bom dia, boa tarde e boa noite??

"O Poder Judiciário brasileiro é cheio de mazelas e defeitos. Isto é um fato. Como manifestação do Estado Brasileiro, tem problemas, como também temos na Saúde Pública, na Segurança Pública, na Educação Pública e quase todos os setores em que o Estado atua. Pagamos impostos altíssimos e temos ruas esburacadas, hospitais precários e escolas de mentira. Temos, também, um Judiciário que não corresponde aos desejos da sociedade, como, aliás, temos um legislativo omisso e um executivo encharcado de apadrinhamento político e corrupção. Agora, imputar esta responsabilidade ao Juiz é o mesmo que dizer que o profissional médico é culpado pelo caos da saúde pública e os engenheiros são culpados pelas nossas péssimas estradas. Um profissional advogado, que prega no seu carro um adesivo dizendo: “Judiciário Brasileiro: Tenho Vergonha” deveria ter vergonha de si mesmo. O advogado, como essencial à justiça, faz parte do Sistema Judicial. Não adiante querer se desvencilhar disto como se fosse uma espécie de paladino. Muitas das mazelas do Poder Judiciário decorrem, e  entre elas a tão decantada morosidade, diretamente do trabalho do profissional advogado, que muitas vezes abandona a causa (gerando a extinção da ação ou a sua paralisação), não juntam a documentação necessária, faltam audiências ou protelam a ação com recursos absurdos. Não adianta dizer que faz isso porque o cliente pede. O advogado é um profissional, não é um subalterno do cliente. Não existe essa de “nós os advogados – vítimas da morosidade da justiça” e “eles os juízes – como os responsáveis por esta dita morosidade”. Estamos todos no mesmo barco. O nosso barco é o da justiça. Existem diferenças de funções, mas todos são responsáveis: Juízes, advogados, Promotores (denúncias descabidas, por exemplo, geram ações desnecessárias que abarrotam a Justiça e contribuem para o atraso das ações importantes), Polícia (investigações mal feitas levam a absolvições, que a população bota na conta da Justiça e contribui para o seu descrédito). Processo demora principalmente  porque a legislação processual é burocrática e foi feita quando o Brasil tinha menos de 1/3 dos processos que possui hoje. Em 1995, quando a Secretaria de Vara em que atuo foi criada, ela tinha 540 processos, hoje tem 1900 e a estrutura física e de pessoal é rigorosamente a mesma. Sobre os outros atores, pergunto: Quanto tempo demora um processo disciplinar na OAB, por exemplo?  Processo lento, infelizmente, não é exclusividade do Judiciário. Enquanto permanecer este tom beligerante, meramente acusatório, de reclamar do cisco no olho do outro sem ver a trave que está no seu, somente fica demonstrado que o objetivo destas críticas não é o de tentar resolver o problema (até porque as críticas nunca são acompanhadas de sugestões, são, por assim dizer, a crítica pela crítica), o objetivo é simplesmente ocupar espaços midiáticos com fins classistas e eleitoreiros. Nada mais. Brigamos nós, que estamos no mesmo barco, e esquecemos sempre da razão para o qual ele existe – servir ao cidadão." by Alisson do Valle Simeão